NIS2, RGPD e resiliência operacional para empresas
Esta área B2B foi pensada para empresas que precisam de traduzir obrigações legais, dependências tecnológicas e exigências operacionais em controlo contínuo. O foco principal está em NIS2, DL 125/2025 e Regime Jurídico da Cibersegurança: responsabilidade da gestão, medidas técnicas, operacionais e organizativas, cadeia de fornecedores, incidentes, continuidade e evidências. O RGPD mantém-se estrutural quando existe tratamento de dados pessoais; DORA entra quando a empresa opera no setor financeiro ou integra cadeias TIC sujeitas a esse enquadramento.
Qualificação, governação e responsabilidade da gestão:
Ajudamos a clarificar se a organização cai no âmbito da NIS2 e a transformar as responsabilidades dos órgãos de gestão em aprovação, supervisão e acompanhamento real das medidas de cibersegurança e resiliência.
Inventário, ativos críticos, acessos e dependências:
Mapeamos sistemas, contas, privilégios, software, processos e dependências tecnológicas para reduzir pontos cegos e criar base objetiva para controlo, priorização e tomada de decisão.
Medidas técnicas, operacionais e organizativas:
Implementamos controlos proporcionais em endpoints, rede, backups, identidade, monitorização, endurecimento e operação diária, alinhando segurança com continuidade e viabilidade operacional.
Fornecedores, terceiros e cadeia de abastecimento:
Revemos relações com prestadores TIC, serviços cloud, acessos remotos e dependências externas para reduzir risco na cadeia de fornecimento e melhorar rastreabilidade, controlo e capacidade contratual.
Incidentes, notificação e evidências:
Preparamos a empresa para detetar, escalar, documentar e responder a incidentes, organizando registos e evidências que suportem decisão interna, auditoria, requisitos legais e articulação com RGPD quando exista impacto sobre dados pessoais.
Perfis de organização
- PME
- Mid-market
- Grupos empresariais
- Operações distribuídas
- Empresas com terceiros TIC críticos
Foco regulatório
- NIS2 e DL 125/2025
- Regime Jurídico da Cibersegurança
- RGPD e proteção de dados
- DORA quando aplicável
Prioridades típicas
- Qualificação da entidade
- Papel da gestão
- Ativos e acessos
- Fornecedores TIC
- Continuidade e recuperação
- Incidentes e evidências
Suporte
- Diagnóstico inicial
- Gap assessment
- Acompanhamento técnico


Processo de implementacao
- Qualificação e enquadramento:
- Objetivo: Perceber âmbito, contexto regulatório e exposição da organização.
- Método: Levantamento inicial sobre atividade, setor, dependências TIC, dados tratados e riscos principais.
- Resultado: Visão clara sobre NIS2, DL 125/2025, RGPD e requisitos aplicáveis.
- Análise de maturidade e gap assessment:
- Objetivo: Avaliar o estado atual dos controlos e identificar lacunas.
- Método: Revisão de ativos, acessos, backups, fornecedores, evidências, procedimentos e capacidade de resposta.
- Resultado: Mapa de gaps priorizado por risco, impacto e urgência operacional.
- Plano de medidas e prioridades:
- Objetivo: Traduzir obrigações e risco num plano executável.
- Método: Definição de medidas técnicas, organizativas e operacionais, com calendarização e responsabilidades.
- Resultado: Roadmap claro, proporcional e defensável.
- Implementação técnica e organizativa:
- Objetivo: Aplicar as medidas aprovadas sem bloquear a operação.
- Método: Configuração, endurecimento, segmentação, reforço de backups, identidades, monitorização e procedimentos.
- Resultado: Ambiente mais controlado, resiliente e preparado para continuidade.
- Validação e evidências:
- Objetivo: Confirmar eficácia e documentar execução.
- Método: Testes, verificações, recolha de evidências e ajustamentos após implementação.
- Resultado: Base mais forte para auditoria, decisão de gestão e melhoria contínua.
- Acompanhamento contínuo:
- Objetivo: Manter nível de controlo e evolução da maturidade.
- Método: Suporte recorrente, revisões periódicas, afinações e apoio a incidentes ou alterações de contexto.
- Resultado: Conformidade mais executável e postura de segurança sustentada ao longo do tempo.
Resultados esperados
- Maior clareza sobre obrigações, papel da gestão e prioridades reais de execução.
- Base mais robusta para NIS2, DL 125/2025, RGPD e exigências contratuais relevantes.
- Melhor controlo sobre ativos, contas, privilégios, fornecedores TIC e continuidade.
- Capacidade reforçada para tratar incidentes, organizar evidências e sustentar decisões.
- Modelo mais defensável perante auditoria, clientes, parceiros e supervisão setorial.
Em B2B, conformidade só tem valor quando se transforma em governação, controlo de terceiros, capacidade de resposta e operação sustentada no tempo.
— João Pacheco, Cyberprotech
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